O ano está chegando ao final...
Olhamos para trás e vemos... vemos? O que vemos? Não há nada para ver. Os dias se foram sucedendo, um seguindo ao outro que depois foi ultrapassado pelo seguinte.
Assim, é fácil fazer um balanço do ano que quase passou.
Como diria Alberto Caeiro, "Não há nada mais simples./ Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte./Entre uma e outra todos os dias são meus"...
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1 comments:
Nossa, Alex... acho que às vezes, tenho a mesma sensação... do jeito que o tempo parece voar sempre. Mas, acho que vale olhar com cuidado por que sempre há algo novo. E se não há, deveríamos exercitar o olhar, não é não ?
Saudades, saudade d'ocê !!!
Beijos....
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